Indicações e contraindicações
Indicações — critérios McNamara/Sehgal
PCA hemodinamicamente significativo em prematuro/lactente que falhou ou tem contraindicação ao tratamento clínico (paracetamol, ibuprofeno, indometacina), com critérios ecocardiográficos:
- Diâmetro ductal > 1,5 mm
- Fluxo transductal pulsátil não-restritivo
- Sobrecarga de cavidades esquerdas (AE:Ao > 1,5)
- Fluxo diastólico reverso em aorta descendente / artéria mesentérica superior / artéria cerebral média / artéria renal
Critérios técnicos (FDA / consenso 2020)
- Peso ≥ 700 g
- Idade ≥ 3 dias de vida
- Anatomia favorável: comprimento do PCA ≥ 3 mm, diâmetro mínimo ≤ 4 mm
- Necessidade ventilatória persistente, IC com hiperfluxo pulmonar refratário
- Alternativa à ligadura cirúrgica (que carrega morbidade significativa neste grupo)
Contraindicações
- Absolutas: peso < 700 g, idade < 3 dias, sepse ativa, PCA < 3 mm de comprimento ou > 4 mm de diâmetro mínimo, hipertensão pulmonar irreversível, instabilidade hemodinâmica grave que impeça transporte/procedimento
- Relativas: trombose venosa femoral/ilíaca, coagulopatia não corrigida, anatomia ductal complexa não-tubular
Apresentação clínica e fisiopatologia
Fisiopatologia
- Shunt esquerda-direita pelo PCA → ↑ fluxo pulmonar → congestão pulmonar
- Roubo diastólico sistêmico → hipoperfusão de mesentério, rim, cérebro
- Associações: prolongamento de ventilação assistida, hemorragia pulmonar, displasia broncopulmonar (DBP), insuficiência renal, enterocolite necrosante (NEC), hemorragia intraventricular (HIV)
Apresentação clínica
- Sopro contínuo em região infraclavicular esquerda (pode estar ausente em prematuro extremo)
- Pulsos amplos
- Pré-cordio hiperativo
- Necessidade ventilatória persistente / falha em desmamar do CPAP/ventilador
- Hepatomegalia, edema, baixo débito urinário
- Hipotensão diastólica
Anatomia ductal típica do prematuro
A morfologia do PCA do prematuro difere significativamente da do lactente/criança maior — característica que justifica um dispositivo dedicado:
- Forma tubular-elongada (tipo F de Krichenko modificada — não classificável nos tipos A-E originais)
- Comprimento maior (geralmente 5-10 mm)
- Constrição na extremidade pulmonar (oposto da anatomia conical clássica)
- Ampola aórtica menos definida ou ausente
- Tecido ductal mais friável e suscetível a lesão
Iowa Modified PDA Score
O Iowa Modified PDA Score quantifica a repercussão hemodinâmica do shunt e ajuda a definir indicação de fechamento. Score ≥ 6 = shunt de volume moderado (indicativo de PCA hemodinamicamente significativo).
| Parâmetro | 0 pontos | 1 ponto | 2 pontos |
|---|---|---|---|
| Aorta descendente E/OU tronco celíaco / ACM | fluxo anterógrado | fluxo reduzido | Reverso |
| Relação débito VE/VD (LVO:RVO) | < 1,5 | 1,5 - 2,5 | > 2,5 |
| IVRT — tempo de relaxamento isovolumétrico (ms) | > 50 | 30 - 50 | < 30 |
| Onda D da veia pulmonar (cm/s) | < 0,3 | 0,3 - 0,5 | > 0,5 |
| AE:Ao | < 1,3 | 1,3 - 2,2 | > 2,2 |
| Onda E mitral (cm/s) | < 45 | 45 - 80 | > 80 |
| Tamanho do PCA indexado ao peso (kg) | < 1,5 | 1,5 - 3 | > 3 |
Avaliação pré-procedimento ▼
Clínica e laboratorial
- Avaliação clínica completa: peso atual, idade gestacional corrigida, dependência ventilatória, sinais de IC
- Hemograma + coagulograma + função renal + tipagem sanguínea
- Reserva de hemoderivados disponível
- Avaliar acesso vascular periférico
Ecocardiograma transtorácico (essencial)
- Medidas precisas do PCA: diâmetro mínimo, diâmetro aórtico, diâmetro pulmonar, comprimento
- Avaliação do shunt: direção, velocidade, padrão (contínuo, restritivo)
- Repercussão hemodinâmica: dimensão de AE/VE, função ventricular, sinais de hipertensão pulmonar
- Anomalias associadas: coarctação, anomalia de retorno venoso, defeitos septais
- Anatomia para o procedimento: trajetos venosos, compatibilidade do calibre venoso com cateter 4 Fr
Equipe multidisciplinar
A literatura (Sathanandam 2021, Consensus Guidelines) enfatiza que a abordagem em prematuros/ELBW exige equipe multidisciplinar coordenada:
- Cardiologia intervencionista pediátrica
- Neonatologia (manejo do prematuro durante e após o procedimento)
- Anestesiologia pediátrica/neonatal
- Imagem cardiovascular (ECO intra-procedimento)
- Equipe de enfermagem da hemodinâmica e da UTI Neonatal
Local do procedimento — sala de hemodinâmica vs. beira-leito UTIN ▼
- Padrão estabelecido inicial
- Recursos completos: fluoroscopia, equipamento de ressuscitação, ECMO disponível
- Requer transporte do prematuro (risco de instabilidade)
- Equipe acostumada com fluxograma da sala
- Evita transporte (especialmente importante em < 1 kg)
- Realizado com guia ecocardiográfico exclusivo ou ECO + fluoroscopia móvel
- Curva de aprendizado significativa
- Resultados comparáveis aos da sala de hemodinâmica em séries publicadas
- Requer equipe e logística dedicadas
Dispositivo Amplatzer Piccolo — características e sizing
| Característica | Especificação |
|---|---|
| Material | Malha de nitinol auto-expansível, formato trilobado |
| Tamanhos disponíveis | 3×2 mm, 3×4 mm, 4×2 mm, 4×4 mm, 5×4 mm, 5×6 mm, 6×4 mm, 6×6 mm |
| Sistema de entrega | Cateter Amplatzer TorqVue LP 4 Fr (perfil baixo, compatível com veia femoral de prematuro) |
| Acesso | Apenas venoso femoral (não requer acesso arterial — vantagem crítica em prematuros) |
| Recuperabilidade | Recapturável e reposicionável antes da liberação definitiva |
Sizing — duas tabelas distintas (Sathanandam 2021)
| Cenário | Posicionamento | Princípio de sizing |
|---|---|---|
| Infante ≤ 2 kg | Intraductal (todo o dispositivo dentro do canal, ambos os discos) | Diâmetro dos discos ≥ 50% maior que o diâmetro mínimo ductal |
| Infante > 2 kg | Extraductal (waist central cobre o canal, discos nas ampolas) | Diâmetro do waist central ≥ 50% maior que o diâmetro mínimo ductal |
Regras práticas adicionais
- < 1 kg: preferir dispositivo de comprimento 2 mm sempre que possível (menor compressão de estruturas adjacentes)
- PCA longo (≥ 12 mm) em ≤ 2 kg: dispositivo de 4 mm de comprimento pode dar melhor estabilidade, eventualmente com diâmetro menor (ex.: 3×4 mm ao invés de 4×2 mm)
- Se ECO e angiografia divergirem no diâmetro: usar a maior das duas medidas
- Disco em formato de "bola de futebol" (football) = dispositivo provavelmente grande demais; trocar por um número menor
Técnica modificada Sathanandam (2021) — passo a passo
A técnica modificada abandonou o acesso arterial (vantagem crítica em prematuro) e usa abordagem anterógrada transvenosa guiada por ECO transtorácico + fluoroscopia.
Preparação
- Anestesia geral com IOT, mesa aquecida, soro/contraste aquecidos
- Bainha 4 Fr na veia femoral direita (sob US guidance)
- Heparina 50-100 UI/kg após acesso (TCA alvo ~200 s) — alguns centros não heparinizam
- Antibioticoprofilaxia: cefazolina 25-30 mg/kg IV
- Termômetro esofágico posicionado ao nível do istmo aórtico (landmark fluoroscópico)
- ECO transtorácico intra-procedimento contínuo
Etapas
- Cateterismo direito anterógrado com cateter Multipurpose 4 Fr e guia 0,014" — atravessar AD → VD → AP → PCA → aorta descendente
- Angiografia em projeção lateral pura (90°) com técnica de pullback — começar injeção em istmo aórtico e puxar até AP, visualizando o PCA inteiro num só ciclo
- Confirmar medidas pelo ECO pré-instrumentação (instrumentação pode causar espasmo ductal e subestimar o diâmetro)
- Posicionar o Piccolo orientado a "10 horas" na fluoroscopia lateral (regra de orientação coaxial ao eixo longo do canal)
- Em ≤ 2 kg: desplegar o disco aórtico DENTRO do canal (não na aorta descendente) — para evitar protrusão. Pode ser necessário "empurrar e empacotar" para deixar tudo intraductal
- Verificar antes de liberar (ECO + fluoroscopia):
- Posição coaxial ao canal, "10 horas"
- Sem protrusão na aorta nem na APE
- Velocidade Doppler em aorta descendente < 2 m/s
- Velocidade Doppler em APE < 2 m/s
- Shunt residual: se passa através do dispositivo = OK; se passa ao redor = subdimensionado, recapturar
- Soltar o dispositivo com 1/8 de volta anti-horária para destravar (sem desparafusar completamente)
- Após release, NÃO empurrar o cateter ou guia — risco de embolização tardia
- Manter monitorização em sala por alguns minutos antes de retirar a bainha
- Hemostasia femoral por compressão manual + curativo compressivo
Kit de resgate (Sathanandam 2021)
Bainhas de resgate
- 4 Fr Cook Flexor Ansel Guiding Sheath (45 cm, 0,018" ou 0,035") — recupera todos os tamanhos do Piccolo
- 5 Fr Cook Flexor Ansel (alternativa)
Cateteres diagnósticos
- 4 Fr Terumo Glidecath MP / JB1 / Angle
- 4 Fr Merit Performa Judkins Right (JR2.0 ou JR2.5)
Snares
- Amplatz Gooseneck 5 mm, 7 mm, 10 mm
- 3,2 Fr Merit Ensnare (compatível com Mongoose 3,3 Fr)
- PFM Multi-snare 5 mm
Cuidados pós-procedimento
- Retorno à UTI Neonatal — manter monitorização contínua
- ECO transtorácico imediato (na sala) e em 24h — confirmar posição, descartar obstrução aórtica/pulmonar e regurgitação tricúspide
- Avaliar pulsos pediosos / temperatura do membro — controle 2/2h nas primeiras 24h (ver protocolo de Perda de Pulso se alteração)
- Manejo respiratório — geralmente desmame ventilatório progressivo após resolução do shunt
- Manejo hídrico — restrição hídrica habitual + diuréticos conforme balanço (suspender se desidratação)
- Antiagregação: a literatura é variada. Em prematuros, geralmente não se faz AAS de rotina (risco hemorrágico, IVH). Considerar caso a caso.
- Profilaxia de endocardite por 6 meses
- ECO de seguimento em 1 semana, 1 mês, 6 meses
Complicações principais
Frequência (Sathanandam 2020 — pivotal trial Piccolo, n=200)
| Complicação | Incidência geral | Em ≤ 2 kg |
|---|---|---|
| Sucesso de implante | 95,5% | 99% |
| Embolização do dispositivo | 2,5% | 2,8% (range 0-8,3%) |
| Obstrução aórtica clinicamente significativa | 1,2% | 1,2% |
| Obstrução de APE clinicamente significativa | 1,2% | 1,2% |
| Regurgitação tricúspide nova | 3,1% | 3,1% |
| Lesão cardiovascular | 0,9% | 0,9% |
| Mortalidade relacionada ao procedimento | 0,6% | 0,6% |
Embolização vs. Migração vs. Protrusão (Sathanandam 2021)
| Termo | Definição | Conduta |
|---|---|---|
| Embolização | Dispositivo viaja inteiro do PCA para outro local intravascular | Resgate endovascular obrigatório; cirurgia se falha |
| Migração | Dispositivo desloca-se mas permanece parcialmente no canal | Pode ou não exigir resgate, depende da repercussão |
| Protrusão | Após liberação, parte do dispositivo projeta para aorta ou APE | Conduta depende do grau de obstrução resultante |
Obstrução aórtica iatrogênica
- Complicação mais grave neste grupo. Decorre da protrusão do dispositivo na aorta descendente
- Mais frequente em prematuros muito pequenos (proporção dispositivo/aorta desfavorável)
- Reconhecimento: aumento súbito do gradiente pós-implante ao ECO; PA diferencial entre membros superiores e inferiores
- Incidência: ~1-2% nos estudos com Piccolo (geralmente identificada na sala e corrigida com reposicionamento)
obstrução aórtica iatrogênica
+ medir gradiente pulsátil em aorta descendente
ECO seriado em 24h, 1 sem, 1 mês
Geralmente regride com crescimento somático
OU acompanhamento próximo se já liberado e estável
OU angioplastia/stent aórtico em segundo tempo
Cirurgia (retirada) se refratário
Estenose de APE (artéria pulmonar esquerda)
- Risco menor com Piccolo do que com ADO I (dispositivo é intraductal), mas ainda possível
- Reconhecimento: gradiente / aceleração ao Doppler em APE
- Decorre de protrusão do dispositivo para a luz da APE ou de distorção anatômica
estenose de APE
Confirmar se há protrusão do dispositivo
ECO em 1 sem, 1 mês, 6 meses
Tende a regredir com crescimento
Se já liberado: seguimento próximo, considerar angioplastia em > 6 meses se persistente
Cirurgia (retirada do dispositivo + reconstrução APE) se refratário
Insuficiência tricúspide
- Específica desta abordagem — o cateter passa pela valva tricúspide para chegar ao PCA via veia femoral → AD → VD → AP → PCA
- Manipulação pode causar insuficiência tricúspide transitória ou persistente
- Incidência relatada: ~2-5% (geralmente sem repercussão hemodinâmica)
- Conduta:
- Leve: observação — frequentemente melhora com o tempo
- Moderada/grave persistente: avaliação especializada, raramente requer intervenção valvar
Embolização do dispositivo
- Rara com seleção adequada (< 1%)
- Em prematuros, a manipulação cirúrgica de pequenos vasos pulmonares é tecnicamente desafiadora
- Localizações comuns: artéria pulmonar (mais frequente), aorta descendente, ramos pulmonares
embolização do dispositivo
Suporte hemodinâmico, otimizar ventilação
(AP, ramos pulmonares, aorta descendente)
(ou trocar por bainha de calibre adequado, evitar lesão vascular)
Decidir entre novo Piccolo (tamanho ajustado) ou ligadura cirúrgica
(extração + ligadura do PCA)
ECMO se instabilidade refratária como ponte
⚠️ Síndrome pós-ligadura cardíaca (SPLC) — NOVO
Definida como colapso hemodinâmico e respiratório grave nas primeiras 24h pós-fechamento do PCA, exigindo introdução ou aumento >20% no suporte inotrópico E aumento ≥20% nos parâmetros ventilatórios (FiO₂ ou pressão média de via aérea) por ≥1h, após excluir choque séptico concomitante.
Incidência (Duboue et al., Eur J Pediatr 2024 — coorte multicêntrica n=154)
| Modalidade | SPLC | Mortalidade | Complicações maiores |
|---|---|---|---|
| Cirurgia (n=78) | 15% | 17% | 23% |
| Cateterismo / Piccolo (n=76) | 0% | 2% | 2% |
Fatores de risco para SPLC
- Cirurgia (vs cateterismo) — fator dominante
- Idade gestacional ≤ 25 semanas
- Suporte inotrópico já antes do fechamento
- Pré-carga sistêmica reduzida pré-procedimento
Conduta
- Hidrocortisona profilática em pacientes de alto risco (em alguns protocolos)
- Inotrópico (dopamina/epinefrina/milrinone)
- Suporte ventilatório de alta complexidade (HFO se necessário)
- Manejo conservador da pré-carga
Hemólise por fluxo residual
Rara mas possível — mesmo conceito e manejo do protocolo de PCA > 5 kg (ver seção de hemólise no protocolo > 5 kg). Em prematuros, atenção especial à função renal pelo risco aumentado de IRA.
Lesão cardiovascular
- Inclui dissecção, perfuração, hematoma, derrame pericárdico, tamponamento
- Incidência ~0,9%
- Conduta: suspender manipulação, ECO subcostal imediato, pericardiocentese se tamponamento, cirurgia se sangramento ativo
Nefropatia induzida por contraste
- Risco aumentado em prematuro pelo perfil renal imaturo
- Prevenção: minimizar volume de contraste, hidratação adequada, monitorar Cr/diurese 24-72h pós-procedimento
- Algumas equipes (Nantes/Tours) realizam o procedimento sem injeção de contraste — guiado exclusivamente por TTE + fluoroscopia simples
Complicações de acesso vascular
Trombose femoral, perda de pulso — risco significativamente aumentado em prematuros (calibre vascular pequeno, cateter relativamente grande). Ver protocolo dedicado de Perda de Pulso após Cateterismo.
Resultados e prognóstico
Pivotal Trial Piccolo (Sathanandam 2020, n=200)
| Desfecho | Resultado |
|---|---|
| Sucesso de implante (≥ 700 g) | 95,5% (191/200) |
| Sucesso de implante (≤ 2 kg) | 99% (99/100) |
| Oclusão completa em 6 meses | ~100% |
| Complicações maiores periprocedimento | < 3% |
| Sobrevida em 3 anos | > 95% (cohort completo) |
Cateterismo vs. Cirurgia (meta-análises 2024)
- Mortalidade: transcatheter favorece (2% vs 17%)
- Complicações maiores: transcatheter favorece (2% vs 23%)
- SPLC: 0% vs 15%
- Estabilidade ventilatória pós-fechamento: melhor com Piccolo
- Curva de aprendizado: maior para Piccolo (proctoring obrigatório nos EUA)
Dados do estudo multicêntrico ADO II — Pivotal Trial (Sathanandam et al., Catheter Cardiovasc Interv 2020), seguimento 3 anos (J Perinatol 2023) e Duboue PM et al. (Eur J Pediatr 2024).
Seguimento ambulatorial
| Tempo | Avaliação |
|---|---|
| Pós-procedimento imediato | ECO em sala / leito + ECO 24h em UTIN |
| 1 semana | ECO — confirmar posição e oclusão; descartar obstrução aórtica e estenose APE |
| 1 mês | Consulta + ECO |
| 6 meses | Consulta + ECO — confirmar oclusão completa; liberar profilaxia ATB |
| 1 ano e anual | Acompanhamento cardiológico de longo prazo (especialmente atenção ao crescimento somático e neurodesenvolvimento) |
- Sathanandam SK et al. Amplatzer Piccolo Occluder clinical trial for percutaneous closure of the patent ductus arteriosus in patients ≥700 grams. Catheter Cardiovasc Interv. 2020;96(6):1266-1276.
- Sathanandam SK et al. 3-year follow-up of a prospective, multicenter study of the Amplatzer Piccolo Occluder for transcatheter PDA closure in children ≥ 700 grams. J Perinatol. 2023.
- Sathanandam SK et al. Consensus Guidelines for the Prevention and Management of Periprocedural Complications of Transcatheter PDA Closure with the Amplatzer Piccolo Occluder in ELBW Infants. Pediatr Cardiol. 2021;42(6):1258-1274.
- Duboue PM, Padovani P et al. Post-ligation cardiac syndrome after surgical versus transcatheter closure of patent ductus arteriosus in low body weight premature infants: a multicenter retrospective cohort study. Eur J Pediatr 2024.
- Kaluarachchi DC, Rysavy MA et al. Secular Trends in Patent Ductus Arteriosus Management in Infants Born Preterm in the NICHD Neonatal Research Network. J Pediatr 2024.
- Iowa Modified PDA Score — avaliação ecocardiográfica de volume do shunt para indicação de fechamento.
- McNamara PJ, Sehgal A. Critérios ecocardiográficos de PCA hemodinamicamente significativo em prematuros.
- Georgiev S et al. Mobile bedside ductus arteriosus closure in severely premature neonates using only echocardiographic guidance. Catheter Cardiovasc Interv. 2024.
- Kuntz MT et al. The Transcatheter Closure of Patent Ductus Arteriosus in Extremely Low-Birth-Weight Infants: Technique and Results. J Cardiovasc Dev Dis. 2023;10(12):476.
- Manual de Hemodinâmica em Cardiopatias Congênitas — InCor HCFMUSP (protocolo institucional).
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